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≈ Especial Paris! | Dia 3

23:46 Isabela Libório 0

 Dia 23, nosso 3º dia da viagem, já começou de um jeito bem especial. Saímos um pouco mais cedo e resolvemos ir andando, finalmente, até a tão sonhada Torre Eiffel. Demoramos bastante pra conseguir ver, pelo menos, um pedacinho da Torre e mais ainda pra chegar até lá, porque essa linda é TÃO enorme que você acha que já tá perto, mas ainda tem muito o que andar pela frente.

 Quando viramos em um dos becos na avenida em que estávamos andando há um bom tempo, conseguimos ver a pontinha dela e não tem como não se arrepiar. Já fiquei com os olhos cheios d'água logo ali e tive que parar pra tirar fotos.

 
 Esse foi o dia mais frio e chuvoso, se não me engano, não dava pra ficar sem o guarda-chuva. Mas, mesmo frio, não pegamos temperaturas menores do que 10ºC, o que é bom, hehe. Continuamos andando e apreciando essas ruas extremamente charmosas de Paris, ficando cada vez mais encantados.


 E então, finalmente, conseguimos ver a Torre Eiffel inteira e nem preciso dizer o choque que foi ao ver que ela é ainda mais linda do que imaginei. Paramos ali naquele local que fica no alto de uma escadaria e tem uma vista maravilhosa pra Torre e seus jardins, estava bem cheio de turistas e de vendedores oferecendo mini-torres o tempo todo - o que é bem chatinho, mas a gente releva -. Difícil não tirar um milhão de fotos.


 Descemos as escadas pra chegar mais perto e, nossa, é difícil explicar o quão gigante a Torre Eiffel é. Ela é linda, ver de perto é um choque mesmo. E é tudo lindo por ali, tem a paisagem do rio Sena, os jardins e a fonte perto da Torre, o carrossel, as barraquinhas de crepe... Puro charme, pra todo canto que você olha.

Aí a gente ficou mais pertinho do rio Sena.

 Atravessamos a rua e, aí sim, ficamos embaixo da Torre. Mas não, não subimos, a fila estava enorme demais e tínhamos muita coisa pra fazer ainda, além de que pretendíamos subir o Montparnasse - infelizmente, acabou que não deu tempo também... -. Ficamos um bom tempo comentando sobre a beleza dela - e nos protegendo da chuva e do frio -, depois andamos até aquele famoso e enorme gramado do outro lado quando a chuva cessou. 

Não me julguem, não deu muito certo, haha. Mas tirei milhões e essa foi a melhor que saiu.

  Passamos em algumas lojinhas de souvenir ali por perto e, depois, voltamos pro hotel, porque dali a pouco mais de uma hora o translado passaria pra nos buscar pra um passeio incrível. Comemos um sanduíche e eu tomei meu querido chá gelado de framboesa no Starbucks - tinha um do lado do hotel, o que me deixou muito feliz, já que não existe essa maravilha em Salvador -.

 Pouco depois de 13h, o motorista do translado foi nos buscar no hotel e partimos pra Versailles, uma cidade muito fofa que fica a alguns minutos de Paris. Os ingressos já estavam comprados antecipadamente, porque fomos com tudo programado por uma agência, então por isso não dou muitas informações de preço e horários, mas vocês encontram tudo isso com facilidade na internet.

 Foi uma viagem rapidinha e o motorista, bem simpático, nos contou algumas histórias em um portunhol engraçado. Eu estava muito ansiosa, porque amo essas histórias relacionadas a palácios e a realeza, além de que tinha assistido ao filme Maria Antonieta da Sofia Coppola exatamente por saber que a mesma tinha vivido lá e porque o próprio filme foi filmado no palácio.


 O Palácio de Versailles foi construído a partir de 1664 por um pedido de Luís XIV, o Rei Sol - louco por luxo - e, depois, tornou-se sua residência oficial em 1682. Ele fica na cidade de Versailles, porque a ideia era afastar-se da grande quantidade de gente e doenças que havia nos grandes centros. 

 Tinha muita gente indo visitar o Palácio também, mas não demorou pra conseguirmos entrar, porque já estava tudo combinadinho. O guia/motorista nos deu fones de ouvido e um aparelhinho pra podermos ouvi-lo melhor ao contar histórias sobre o lugar durante o passeio, por conta de todo o barulho e achei isso bem legal. 


  Quando passamos pelo grande e famoso portão dourado, o guia disse que teríamos meia hora até entrar no Palácio e, nesse tempo, poderíamos ficar passeando pelos jardins. E, nossa, que paisagens INCRÍVEIS. 

 Os jardins são absurdamente grandes, lindos, as cores do outono combinando perfeitamente com a grama verdinha, tudo bem cuidado. Pena que o tempo foi pouco pra ver tudo o que queríamos, porque só tivemos uma hora no total pra parte externa: meia hora no início e meia hora no fim, me apaixonei pelos jardins e queria ficar mais tempo lá.


 Depois dessa meia hora babando pelos jardins, entramos no Palácio e tivemos, novamente, um choque. É tudo muito grandioso, detalhado, não é difícil se perder e a melhor parte é pensar no tanto de história que aquele lugar possui. Conhecemos os cômodos de diversos reis e rainhas, sala de audiência, sala de banquetes, o quarto de Maria Antonieta, a Galeria dos Espelhos, salões de baile... É muita, muita história, coisa que eu AMO. 

A Galeria dos Espelhos.

 O que me incomodou no Palácio foi a ostentação do lugar, não sou muito fã desse tipo de coisa. Tudo era muito detalhado, muito dourado, muito exagerado... Mas pensei na quantidade de momentos importantes dos quais aqueles cômodos foram palco, o que mais me encantou. Estava muito cheio, então era meio difícil observar as coisas e, como falei antes, orientais pra todo lado, haha.

Parte do quarto de Maria Antonieta!
O busto de Maria Antonieta em seu quarto.

Um dos cômodos em que aconteciam os banquetes. 
(Desculpa pela qualidade, a foto é do celular da minha mãe)

 De algumas histórias que o guia nos contou, as que ficaram na minha memória foram as que falavam sobre como as pessoas disputavam pra ver quem iria trocar a roupa do Rei, assisti-lo comer, acordar... Isso foi bem representado no incrível filme Maria Antonieta do qual falei lá em cima, além de falar muito sobre como a mesma odiava tudo isso, toda essa ostentação e toda essa gente.

 O passeio pelo Palácio foi até bem rápido, mas o lugar é enorme e tem muito o que ver, mas claro que não vou postar todas as fotos aqui, hehe. Depois de sair, tivemos mais meia hora pra passear pelos jardins.


  Depois de nos despedir desse lugar incrível, pedimos para o motorista do translado nos deixar nas Galeries Lafayette, já que o pessoal que estava no carro com a gente estava hospedado perto de lá. É um lugar muito bonito e vende tudo que é coisa: roupas masculinas, femininas, infantis, objetos de casa, cosméticos, sapatos, perfumes, comidas... 

 Nosso objetivo, lá, era conhecer e comprar um presente pra Tom da loja do Paris Saint-Germain. Fiquei muito feliz por ter conseguido comprar o que queria e foi só isso mesmo, porque não encontramos coisas com preços bons e nem procuramos direito também, porque as Galeries Lafayette já têm essa fama "tudo lá é caro e de marca". 


Essa foto não é minha, mas como não fotografei lá, resolvi colocar aqui pra 
vocês verem como é lá dentro. (Fonte: smarterparis.com)

 Depois, olhamos algumas coisinhas pra comer e eu já tinha um lugar na lista: Pierre Hermé, a confeitaria que dizem ter o melhor macaron de Paris. O preço não é baixo, mas estávamos curiosos e pedimos a caixinha que vem com 7 deles. 

 Os sabores eram bem diferentes, mas sem muita opção, acabamos escolhendo de crème brûlée, rosas, cítrico e caramelo salgado. A textura deles é é perfeita, mas não curti o sabor do de rosas, gostei do de crème brûlée e caramelo salgado, não provei o cítrico. Infelizmente, as fotos que tirei ficaram terríveis, porque a luz do quarto de hotel era terrível... Então, fiquei sem fotos dos macarons pra mostrar. :c

 Ainda passamos em uma H&M ali por perto e encontramos algumas coisas com um preço legal, acabei comprando um moletom muito fofo de gatinhos, que vocês verão nas fotos do dia seguinte.

  Depois de conhecer as galerias, voltamos pro hotel e descansamos pro dia seguinte que seria muito especial pra mim, um lugar que acabaria virando o meu favorito em Paris. Até o próximo post!


Leia outros posts sobre a viagem:
Dia 1 - Chegada, o Arco do Triunfo e a Champs-Élysées
Dia 2 - Museu do Louvre e livraria


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