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≈ Especial Paris! | Dia 1

20:33 Isabela Libório 0


 Como já havia prometido, aqui está o primeiro post da viagem pra Paris - que saudade! - que fiz em Outubro desse ano. E, sim, voltei alguns dias antes de acontecerem aqueles atentados horríveis por lá, fiquei com o coração na mão ao ver aquela cidade tão linda que havia acabado de conhecer cheinha de medo. Mas esse post é pra falar de coisa boa, viu? E um aviso: as fotos estão misturadas, tem da minha câmera, do celular de minha mãe, da câmera de minha mãe... Enfim, não estranhem a diferença de qualidade.

 Essa viagem pra França foi uma comemoração aos 25 anos de casados dos meus pais - ♥ - e só eles dois iriam, mas a greve quase infinita da minha faculdade acabou colaborando para que eu fosse - atrasou minha vida, mas me permitiu realizar um sonho -. 

 Meus pais estavam super inseguros quanto à comunicação, porque ambos não falam inglês - ou francês -, então foi outro motivo pra quererem me levar - fiz um semestre de francês, mas só sei o básico do básico -. Infelizmente, meu irmão não pôde ir por conta do TCC e Tom - meu namorado - também não, por ter sido muito em cima da hora. Acabou que viajei, perdi só a semana inicial e de revisão da faculdade, voltei mil vezes mais inspirada e feliz. Obrigada, mãe e pai!

 Eu, minha mãe e meu pai saímos de Salvador no dia 19 de Outubro, no finzinho da tarde e pegamos um voo até São Paulo para, de lá, pegarmos outro voo até Paris. Chegamos ao aeroporto da Cidade Luz, Paris-Charles de Gaulle, mais ou menos, à 13:30 da tarde de lá, do dia 20. A duração do voo de SP pra lá foi de, aproximadamente, 11 horas. 

 Chegar em Paris foi surreal, demorou um tempo pra cair a ficha. Como o aeroporto fica um pouco afastado da cidade, você consegue perceber o exato momento em que entra na própria Paris, dá uma emoção imensa e o motorista - brasileiro - que estava nos levando narrou esse momento pra gente, haha. 

 A primeira coisa que percebi foi como tudo lá é harmônico e não tem UM lado pro qual você olhe que não seja agradável aos olhos. Os prédios têm a mesma altura, conversam entre si e são todos tão bem cuidados, a arquitetura do local orna, é respeitada. Sem contar com o quanto a cidade fica ainda mais linda por conta do outono, as cores das árvores são incríveis - vão do amarelo ao vermelho -, vocês ainda verão muitas fotos.

 Foi chegando no hotel que vimos o primeiro monumento famoso de Paris: o Arco do Triunfo. Nem preciso dizer o quão arrepiada eu fiquei, né? Além de extremamente chocada por não imaginar que ele era tão grande assim. Ele fica na famosa e linda avenida Champs-Élysées, pertinho do nosso hotel, que fica a poucas ruas dali. Essa avenida é uma loucura, tem carro indo e vindo de/pra todas as direções possíveis e ao mesmo tempo, sem faixa alguma no asfalto, nem sei como não acontece uma batida sequer. 

 O hotel se chama Plaza Étoile e fica na Avenue de Wagram, pequenininho, uma fofura. Sua localização é ótima, com bastante restaurantes, farmácias e mercados por perto, além da Champs-Élysées. 

  Quando descemos do carro, percebemos que a temperatura estava bem agradável, mais ou menos 16ºC. Mesmo assim, não estávamos encapotados o suficiente, então logo entramos no hotel. Fiquei em um quarto sozinha pela primeira vez, já que não havia quarto pra 3 assim de última hora. Quando entrei no que seria meu "lar" por uma semana, fiquei emocionada - sério -, porque fiquei encantada com o lugar, achei a cara de Paris e me senti muito bem vinda. Além de que a vista era inspiradora.

A vista do meu quarto. Diz se não parece coisa de filme?

 Com o tempo, acabei percebendo alguns lados negativos no hotel, mas falo disso mais pra frente. Depois de nos vestir mais adequadamente pra cidade e preparar a mochila pro resto do dia, fomos conhecer o Arco do Triunfo de pertinho, então andamos até lá. O tempo não estava muito bom, o céu estava bem nublado, por isso preparamos nossos guarda-chuvas.



 Quando chegamos pertinho MESMO do Arco do Triunfo, aí sim fiquei chocada com o tamanho dele, é bonito demais. A gente ficou pensando, por um tempo, como iríamos atravessar aquela avenida louca pra chegar até ele, mas aí nos tocamos que há um caminho subterrâneo, porque, né? Então não tenta dar uma de doido e atravessar por cima, viu?

 No dia, o Arco estava enfeitado com a bandeira da França e estava acontecendo uma homenagem embaixo do monumento, mas não sei exatamente o motivo. 


 Depois de tirar algumas fotos - impossível tirar fotos sem aparecerem muitos outros turistas, principalmente orientais, tinham MUITOS orientais -, fomos passear um pouco pela enorme Champs-Élysées e procurar algum lugar pra, finalmente, "almoçar". Aliás, o fuso horário de Paris estava com 5 horas a mais de diferença do de Salvador - que não entrou em horário de verão -, o que deixou nosso cérebro bem confuso em certos momentos.

  Eu não tinha noção do quanto essa avenida é grande até passearmos por ela. Tem tantas, mas tantas lojas, restaurantes e cafés, mas os preços... não são muito agradáveis. É claro que não entramos em tantos lugares assim, mas tem muita loja de marca e, como é um local muito turístico, os restaurantes acabam tirando proveito disso. 

 Ficamos por lá até anoitecer, então vimos Paris acender e, nossa, parecia impossível que essa cidade fosse ficar ainda mais linda, mas ela conseguiu. Visitamos algumas lojas, mas não compramos coisa alguma, depois escolhemos um lugar aleatório pra comer - mesmo eu tendo anotado mil e um restaurantes que encontrei na internet em um caderninho antes, poucos deles eram naquela avenida e, por ela ser muito grande, acabávamos não encontrando -.


  Como disse, acabamos entrando em um restaurante aleatório e comendo lá mesmo, porque a fome tava tensa. O atendimento não foi lá essas coisas, e é aí que entra uma dica: você não precisa saber francês para ir à França, mas não deixe de anotar algumas expressões/palavras, porque eles não curtem muito quando a pessoa já chega falando inglês ou algo do tipo. Por isso, tente perguntar em francês mesmo se eles falam outra língua, pode ter certeza que serão mais simpáticos. 
 Foi isso que aconteceu com o garçom, comecei a falar algumas frases beeem básicas em francês e perguntei se ele falava inglês, a resposta foi sim, mas ele não curtiu muito. O que eu podia fazer, né? Mas deu tudo certo, eu e meu pai pedimos pizza e, minha mãe, uma sopa. As pizzas estavam muito boas - era uma do tamanho de um prato pra cada -, mas minha mãe achou a sopa bem sem graça e algo bem estranho foi a entradinha que colocaram na mesa: pães secos, sem molho ou manteiga e todos de um só tipo. Acabou que isso aconteceu em vários restaurantes. Não estranhe, também, se colocarem água sem você pedir na mesa, isso é normal em alguns lugares por lá.

 O problema do lugar foi o preço: nada bom. Então ficamos assustados, mas, com o tempo, aprendemos a escolher lugares e pratos mais baratos, vou falar disso nos posts mais pra frente. 
                                                        
 Infelizmente, não tiramos muitas fotos nesse dia, mas compensarei, porque tenho MUITAS fotos dos outros passeios. Resolvi separar o 1º dia em um post exatamente porque o 2º - onde visitamos o Museu do Louvre  - tem foto que não acaba mais. Espero que tenham gostado e que continuem acompanhando os posts!

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